Burle e mais oito brasileiros convidados para torneio de tow in
Em casa, Garrett McNamara e Kealii Mamala tentarão defender o título da competição de ondas grandes no North Shore Havaiano.
Dez brasileiros foram convidados para o North Shore Tow In Surf Championship, uma das principais competições de ondas grandes da temporada havaiana. Entre eles, Carlos Burle e seu parceiro, Eraldo Gueiros, e Rodrigo Resende, o “Monstro”, e Danilo Couto. Quem defende o título é a dupla havaiana Garrett McNamara e Kealii Mamala. Os campeões levam US$ 4 mil (cerca de R$ 9,5 mil).
Além das duplas de Burle e de Monstro, o Brasil será representado por Sylvio Mancusi/ Everaldo “Pato” Teixeira e Edison de Paulo/João Jabour. Luiz Jardini competirá com o havaiano Brock Little, e Victor Marçal com o húngaro Tony Fekete.
Para que a competição seja realizada, é preciso que haja ondas de pelo menos 25 pés havaianos (8m), ou seja, tamanho medido por trás, e não pela frente. A janela de espera vai até o dia 31 de março.
Convidados:
1) Eric Fisher + Matt Lozano // Oahu, Havaí
2) Cully + Todd Kamisugi // Oahu, Havaí
3) Robbie Frangipane + Todd Robertson // Oahu, Havaí
4 ) Dan Moore + Mark Anderson // Oahu, Havaí
5 ) Garrett McNamara + Kealii Mamala // Oahu, Havaí
6 ) John Gangini + Yuri Soledad // Maui, Havaí
7 ) Sylvio Mancusi + Everaldo ‘Pato’ Teixeira // Brasil
8 ) Edison de Paulo + João Jabour // Brasil
9 ) Makua Rothman + Ikaika Kalama // Oahu, Havaí
10 ) Carlos Burle + Eraldo Gueiros // Brazil
11 ) Sion Milosky + Dustin Barca // Havaí
12 ) Jamie Sterling + Mark Visser // Havaí
13 ) Grant ‘Twiggy’ Baker + Greg Long // África do Sul/ Califórnia
14 ) Mike Parsons + Brad Gerlach // Califórnia
15 ) Brock Little + Luiz Jardini // Havaí /Brasil
16 ) Clyde Aikau + Brian Keaulana // Oahu, Havaí
17 ) Jamie O’Brien + Troy Alotis // Oahu, Havaí
18 ) Arche Kalepa + Buzzy Kerbox // Maui, Havaí
19 ) Tony Fekete + Victor Marçal // Hungria/Brasil
20 ) Titus Kinimaka + Kalani Vierra // Kauai, Havaí
21 ) Izzy Robertson + Piripe // Nova Zelândia
22 ) Adam Replogle + Alistair Craft // Califórnia
23 ) Jeff + Josiah Schmucker // Austrália
24) Russell + Tyler Smith // Califórnia
25) Zack + Jake Wormhoudt // Califórnia
26) Jamie Mitchell + Chad Jackson/James Watson // Austrália/Havaí
27) Koby Abberton + Ryan Hipwood // Australia
28) Danilo Couto + Rodrigo Resende // Brasil
29) Alastair Minnie + Andrew Cotton // Irlanda
30) Ross Clarke-Jones + Tony Ray // Austrália
31) Ian Walsh + Shane Dorian // Havaí
32) Kanoa Dahlin + Bonga Perkins // Haleiwa, Havaí
Djokovic bate Davydenko e é campeão em Xangai

Novak Djokovic não deu chances para Nikolay Davydenko na final
O sérvio Novak Djokovic conquistou neste domingo, pela primeira vez em sua carreira, um título de Masters Cup. Em Xangai, o número três do mundo não deu chances para o russo Nikolay Davydenko e venceu a decisão do torneio por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 7/5, ficando com o troféu da competição.
Com o título, Djokovic fatura 50 pontos na Corrida dos Campeões, ranking em que também ocupa a terceira colocação, além dos US$ 600 mil (cerca de R$ 1,3 mi) destinados ao campeão da Masters Cup.
Depois de eliminar o francês Gilles Simon, substituto do número um do mundo Rafael Nadal, lesionado, Djokovic não deu chances para Davydenko - algoz de Andy Murray - no primeiro set da final.
Djokovic usou a mesma estratégia com a qual seu rival havia obtido êxito contra Murray: a agressividade. Isso, aliado à técnica, fez os torcedores se lembrarem dos jogos que o sérvio fez para se sagrar campeão do Aberto da Austrália, no começo do ano, quando ele se firmou de vez entre os melhores do mundo.
O ritmo de Novak começou alucinante, pegando o russo de surpresa: com poucos minutos de partida, o placar já marcava 5 a 0 para o terceiro melhor tenista do mundo. Com tamanho domínio do adversário na etapa, restou a Davydenko apenas confirmar o seu serviço e evitar o que seria um humilhante ‘pneu” na final de um dos torneios mais importantes da temporada.
No segundo set, o russo melhorou sua apresentação, mas ainda assim ficou longe de um nível que ameaçasse o inspiradíssimo Djokovic. Já no segundo game que contou com saque de Davydenko, o serviu conseguiu uma quebra e marcou 2 a 1.
Alternando boas jogadas com erros não-forçados, o russo até salvou match points do rival, que voltou a sentir a pressão na hora de fechar a partida. Entretanto, nada foi suficiente para mudar o resultado do duelo e o novo dono da taça, que nos últimos dois anos ficou com Federer.
Outra boa notícia para Djokovic é que, com o êxito na China, ele se aproxima bastante do suíço no ranking mundial. Entretanto, logo depois das férias, ele terá que defender os pontos obtidos com a vitória no Aberto da Austrália e, em caso de fracasso, poderá despencar na lista da ATP.
Fonte: Gazeta Press.
Colegas abrem portas para Rubens Barrichello
Apesar de viver um momento de indefinição na carreira após 16 anos competindo na Fórmula 1, o brasileiro Rubens Barrichello segue com prestígio entre os pilotos e poderia traçar seu futuro nas pistas de outras categorias na próxima temporada, de acordo com os convites feitos por seus colegas de profissão.
Com dois vice-campeonatos mundiais no currículo e detentor do recorde de Grande Prêmios disputados (270), o competidor da Honda ainda não definiu a permanência na principal categoria do automobilismo mundial depois de obter fraco desempenho na temporada, terminando o ano com apenas 11 pontos, na 14ª posição.
Amigo e parceiro de Barrichello nas pistas de kart, o piloto Toni Kanaan, campeão da Fórmula Indy em 2004, não poupa elogios ao falar do companheiro. “O Rubens é extremamente capaz, é um dos melhores que eu já vi guiar. Não falo isso porque sou amigo, falo porque guio com ele o mesmo kart e algumas outras coisas. Quem entende de corrida, sabe”, disse.
Atual terceiro colocado na Indy, Kanaan saiu em defesa do amigo, ao apontar as deficiências de seu carro neste ano e não escondeu a vontade de levar Barrichello para a categoria no ano que vem, caso o piloto da Honda não consiga um novo contrato na Fórmula 1. “O Rubens quer continuar na F-1, mas se surgisse a chance de ele correr na Fórmula Indy comigo, seria um prazer imenso. Mas acho que essa é uma possibilidade distante”, afirmou.
“Eu gostaria muito de ter o Rubens como companheiro de equipe, isso nunca foi segredo para ninguém. Seria bom para a categoria e elevaria o nível, pois com certeza o Rubens é um piloto super capaz, experiente e andaria na frente”, completou o piloto.
Além da Fórmula Indy, a Stock Car também surge como uma outra alternativa para manter Barrichello em atividade, além de segurar o piloto no Brasil depois de anos vivendo no exterior. Alguns pilotos da principal categoria nacional aprovam a mudança e acreditam que seria bom para todos, como é o caso de Luciano Burti.
“Com certeza seria bom. É um dos melhores pilotos do Brasil e atrairia muita força para a imagem da categoria e para todo mundo ver que é um dos melhores pilotos do mundo. Sem contar que todo mundo ia ver que a Stock tem um nível muito alto de pilotos. Isso ajudaria a categoria a impôr mais respeito, principalmente fora do Brasil. Seria bom para a gente e para ele”, disse.
Outro competidor que torce para ver Barrichello na Stock é o veterano Ingo Hoffmann, dono de 12 títulos na categoria e que faz a sua temporada de despedida. “Sem sombra de dúvidas seria bom. Ele foi duas vezes vice-campeão do mundo e é o recordista de participações na Fórmula 1. Sem dúvida, seria muito bom para a categoria, indiscutivelmente”, disse o piloto, que recebeu homenagem de Barrichello na última etapa do ano, em Interlagos.
Dividido entre a Stock e a Superleague durante o segundo semestre, Antonio Pizzonia também acredita que Barrichello ainda não encerrou a sua trajetória no automobilismo, mesmo que se afaste da Fórmula 1. “Com a experiência e nome que ele tem, em qualquer categoria será bem vindo. Mas se ele não conseguir continuar no próximo ano na Fórmula 1, acho difícil entrar em outra categoria já em 2009″, disse o piloto, que teve uma rápida passagem pela Fórmula 1.
O próprio Barrichello também manifestou o interesse de voltar todos os seus esforços para o último contrato na categoria. Depois de ver o escocês David Coulthard se aposentar em São Paulo, o brasileiro acredita que ainda tem condições de correr e já afirmou que em 2009 só estará nas pistas se for na Fórmula 1.
“Como tudo na vida, as coisas vão se renovando. A turma antiga vai parando e os novos assumem. Mas nós ainda vamos ver o Rubinho correndo em outras categorias internacionais, mesmo não sendo a Fórmula 1. Pelo que vi na internet, em comentários, declarações, entrevistas e fofocas, esse pode ser um caminho”, disse Hoffmann, 55 anos.
Parceiro de Barrichello na conquista das 500 Milhas da Granja Viana neste final de semana, em São Paulo, Kanaan confirma que está na torcida pelo companheiro à espera de um bom contrato na Fórmula 1 e adianta que o amigo ainda não deve deixar as pistas de forma definitiva.
“Espero que ele consiga correr mais um ano na Fórmula 1. O Rubens não está preparado e não merece se aposentar agora. Com certeza acho que ele não vai parar de correr depois de se aposentar na Fórmula 1, ele vai correr de alguma coisa. Ele é jovem e não vejo ele parado”.
No entanto, na opinião de Burti, Barrichello deveria ficar um ano parado, sem participar de competições oficiais, antes de decidir pela mudança de categoria. Para o piloto da Stock e comentarista de TV, o companheiro deve se acostumar com as alterações antes de conviver com a pressão por resultados.
“Talvez ele precise de mais um ano longe das pistas para colocar a vida dele no lugar, na volta ao Brasil. Muita gente acabaria cobrando ele por vitórias e talvez ele ainda esteja em adaptação e sofra com isso. Ele tem que chegar quando estiver pronto para se divertir com a gente aqui no Brasil”, finalizou.
FONTE: PORTAL TERRA
Maria Clara/Carol fica em 5º na Tailândia
Desgastadas pelo forte calor, Maria Clara e Carol despediram-se do Aberto de Phuket (Tailândia) na quinta colocação ao perder neste sábado para as alemãs Geeske Banck e Anja Günther por 2 a 1, com parciais de 21/19, 12/21 e 17/19 em partida que valia vaga às semifinais. As brasileiras chegaram a estar em vantagem de 14/12 no tie-break, mas sucumbiram à alta temperatura que obrigou a capitã Maria Clara a pedir tempo médico devido à indisposição de Carol quando o placar apontava 17/17.
“Estamos muito cansadas, mas acho que fizemos uma boa campanha no torneio. O segundo jogo do dia foi o mais complicado, principalmente para a Carol. Ela estava esgotada e as alemãs sacaram nela o tempo todo. Acho que foi isso o que mais pesou. Havíamos enfrentado essa equipe duas ou três vezes e acabamos perdendo pela primeira vez”, analisou Maria Clara.
As jogadoras cariocas vinham de uma vitória arrasadora sobre as chinesas Jie Wang e Man Zuo por 21/11 e 21/15. Desde que começaram a disputar o circuito mundial regularmente em 2005, Maria Clara e Carol nunca haviam batido Jie Wang, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim em agosto.
“Tivemos uma atuação quase perfeita. A Carol esteve muito bem no bloqueio, mesmo enfrentando atletas muito mais altas, e consegui pegar diversas bolas na defesa”, explicou Maria Clara.
O time da Alemanha, contudo, caiu nas semifinais para as norte-americanas April Ross e Jennifer Boss, que venceram por 2 a 1, com parciais de 21/15, 14/21 e 18/16 e decidirão o título neste domingo contra as compatriotas Nicole Branagh e Tyra Turner.
Cabeças-de-chave número 3, Branagh e Turner garantiram presença na final ao bater as australianas Becchara Palmer e Tamsin Barnett por 21/16 e 21/12. O Aberto de Phuket é a 18ª e penúltima etapa da temporada, que será encerrada no próximo fim de semana em Sanya (China), palco também do fechamento do calendário masculino.
FONTE: PORTAL TERRA
Corinthians joga por título antecipado
O Corinthians pode conquistar neste sábado o título da Série B - basta vencer o Criciúma neste sábado, às 15h20 (horário do RN), no interior catarinense, e torcer por um empate do Avaí contra o CRB, em Maceió. Há quase três anos que o clube mais popular de São Paulo não levanta uma taça - em 2005 foi campeão brasileiro, só que da primeira divisão. Mas, na véspera do decisivo jogo, o clima de jogadores, comissão técnica e até de torcedores em nada lembra uma decisão de campeonato. “Título é importante, sim. E temos que tentar sempre conquistar a competição que disputamos. Neste caso é a Série B”, comentou o técnico Mano Menezes. Só que o discurso é só da boca para fora.
Nas entrevistas, o treinador é mais questionado sobre o Corinthians de 2009, que ele vai formar depois que acertou a renovação de contrato por mais uma temporada, do que sobre a reta final da segunda divisão. O objetivo principal, o acesso, foi alcançado duas rodadas atrás. Por isso, o treinador e a diretoria já olham para a próxima temporada. Apesar de Mano odiar o termo “listão”, já está definido que alguns jogadores devem sair - caso de Fábio Ferreira - e outros podem chegar, como o atacante vascaíno Leandro Amaral.
O clima no elenco corintiano é de fim de temporada. No treino desta sexta-feira, por exemplo, realizado em Orleans, cidade de 20 mil habitantes onde os corintianos estão concentrados, a 40 quilômetros de Criciúma, nada de trabalho tático ou técnico. Um simples rachão, que fez do treino o mais rápido dos últimos tempos: 50 minutos depois de iniciado os atletas já estavam no ônibus a caminho do hotel.
A diretoria já entrou em contato com a CBF para que a taça, caso a conquista seja confirmada nos dois jogos no Sul do país (na quarta-feira o time enfrenta o Juventude, em Caxias do Sul), seja levada ao Pacaembu dia 15, contra o Vila Nova, quando o capitão William a levantaria, o time daria a volta olímpica e faria todo o ritual já conhecido. Nos bastidores do clube, poucos discordam que será o título mais sem graça da história. “Eu não vejo nenhum título sem graça”, disse Mano Menezes, que seria bicampeão da Série B - venceu em 2005, com o Grêmio.
“Infelizmente não foi suficiente”, diz Massa
Vencedor do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, o brasileiro Felipe Massa lamentou sua derrota por um

Massa não segurou o choro após ver confirmada a perda do título
ponto para seu rival Lewis Hamilton no Mundial de Pilotos de 2008 e disse que os esforços “não foram suficientes” para garantir a quebra do jejum de 17 anos sem um título brasileiro na categoria.
“Infelizmente não foi suficiente. Fizemos um bom campeonato, tivemos altos e baixos. Acho que pagamos por alguns erros, mas competir é assim”, afirmou, em entrevista após a prova em Interlagos.
Liderando a disputa na maior parte do tempo, Massa não contava com a sorte do inglês Lewis Hamilton, que conseguiu uma ultrapassagem em cima de Timo Glock na última volta da corrida e ficou com a quinta colocação, o que lhe garantiu o título de campeão mundial por um ponto de diferença sobre o brasileiro da Ferrari.
“Hoje foi um dia muito atípico para mim, foi praticamente tudo perfeito, mas ali no final Lewis passou o Glock e foi um misto de emoções. Por um ponto não conseguimos, mas isto faz parte da corrida. Precisamos estar sempre orgulhosos”, lamentou o brasileiro.
“Acho que a corrida foi perfeita, fizemos tudo de forma fantástica. Estou muito orgulhoso pela equipe, pelas pessoas com quem trabalho e que me apóiam. Foi mais do que eu esperava”, afirmou.
Visivelmente emocionado, Massa afirmou que sabe lidar com a derrota e que tirará uma lição deste episódio.
“Eu sei como perder e como ganhar. É mais um dia em que tiro uma lição importante. Faz parte da vida”, finalizou.
Atleta potiguar é campeão panamericano de Jiu-Jitsu
Atleta potiguar é campeão panamericano de Jiu-Jitsu
Marcão conquistou o título nas categorias Absoluto e Meio Pesado.
O atleta Marcos Paulo Miranda, o Marcão, conquistou o primeiro lugar nas categorias absoluto (sem limite de peso) e na categoria meio pesado (até 85kg) - faixa roxa, no Campeonato Panamericano de Jiu-Jistu Esportivo 2008.
O evento foi realizado de 24 a 26 de outubro em Salvador e reuniu mais de 800 atletas das três Américas.
“O Panamericano de Jiu-Jitsu superou minhas expectativas. Vou continuar treinando duro e dando o melhor de mim”, disse Marcão que vai disputar o campeonato de Vale Tudo em Natal, agendado para o dia 20 de novembro.
Com as vitórias ele conquistou a vaga para o mundial da Confederação Brasileira, que será em 2009. Marcão é patrocinado pela Cabo Telecom.
O Potiguar Marcus Lima conquista título no ISA Games
ISA Games
O potiguar Marcus Lima fez a festa da torcida brasileira neste domingo, em Costa de Caparica, Portugal, palco do ISA World Surfing Games 2008.
Com uma brilhante atuação na final da categoria Bodyboard Masculino, Marcus Lima garantiu a única medalha de ouro ao Brasil.
Na decisão, o potiguar somou notas 8.30 e 7.42, dando-se ao luxo de descartar 6.76 e 6.20.
Em segundo ficou o português Manuel Centeno, campeão do ISA Games em 2006, na Califórnia (EUA). Hugo Pinheiro, também de Portugal, foi o terceiro, seguido pelo sul-africano David Lee.

Marcus Lima é campeão do ISA World Surfing Games. Foto: Carlos Pinto / ISA.
Estou muito feliz. Desde que cheguei, fiquei muito concentrado. quando recebi o convite no início do ano, nem acreditei, guardei todas as forças pessoais e financeiras para este evento. Graças a Deus venci e conquistei a medalha de ouro”, comemora Marcus.
Outros brazucas que subiram ao pódio neste domingo foram o carioca Phil Rajzman, quarto no Longboard, e a paulista Camila Cássia, medalha de bronze no Feminino Open.
Na tradicional disputa por equipes, que reuniu 27 países, a Austrália confirmou o favoristimo e conquistou o terceiro título consecutivo. Os brasileiros ficaram em terceiro lugar.
“Fiquei muito feliz por ter conseguido levar a medalha de bronze ao surf brasileiro. Viemos com uma equipe muito nova e mais uma vez consegui fazer um bom trabalho. Todos da equipe estão de parabéns, fomos uma equipe sempre, do café da manhã ao jantar, sempre juntos. É uma grande família esta equipe. Agradecemos de coração a todos os atletas, pois as dificuldades foram muitas”, diz Otoney Xavier, técnico do time brazuca.
A equipe brasileira tem o apoio da Confederação Brasileira de Surf (CBS), Bad Boy, Surftraining, Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Vianatur e Waves.
Resultados
Open
1 C.J. Hobgood (EUA)
2 Heath Joske (Aus)
3 Dayyan Neve (Aus)
4 Kai Otton (Aus)
Feminino
1 Sally Fitzgibbons (Aus)
2 Marie Dejean (Fra)
3 Camila Cássia (Bra)
4 Lauren Sweeney (EUA)
Bodyboard Masculino
1 Marcus Lima (Bra)
2 Manuel Centeno (Por)
3 Hugo Pinheiro (Por)
4 David Lee (Afr)
Bodyboard Feminino
1 Natasha Sagardia (Pri)
2 Heloise Bourroux (Fra)
3 Rita Pires (Por)
4 Lilly Pollard (Aus)
Longboard
1 Matthew Moir (Afr)
2 Harley Ingleby (Aus)
3 Taylor Jensen (EUA)
4 Phil Rajzman (Bra)
Equipes
1 Austrália 17.238.
2 Estados Unidos 14.284
3 Brasil 12.610
4 França 11.819
ASP elimina repescagem
Novo formato elimina repescagem A Associaton of Surfing Professionals anunciou no último final de semana uma mudança radical a ser implantada nas provas do mundial de 2009.
O tradicional formato de baterias envolvendo 48 atletas na primeira fase ainda estará disponível. O patrocinador poderá escolher entre o modelo antigo e o novo formato, que simplesmente acaba com a repescagem e diminui de quatro para três dias o prazo necessário para a prova ser realizada.
Conforme anunciado pela entidade que controla o surf internacional de competição, a mudança será opcional em 2009, mas a partir de 2010 a adoção do novo modelo deverá ser obrigatória.
A mudança consiste em apresentar duas fases de 32 atletas em baterias homem-a-homem. A primeira fase será disputada pelos atletas ranqueados do 17o ao 27o lugar, incluindo três atletas convidados pela ASP (por conta de contusões no ano anterior), 15 atletas com acesso pelo WQS, além de três wildcards do patrocinador de cada etapa.
Os Top 16 entram em ação somente no segundo round, onde encontram os 16 vencedores da primeira fase, sendo que os Top 10 do ano anterior entram na mesma posição da chave ao longo de toda a temporada, enquanto os Top 11 ao Top 16 terão que garantir o privilégio com bons resultados, pois poderão ser substituídos a partir da terceira etapa do mundial 2009 pelos seis melhores atletas atrás dos Top 10.
Isso quer dizer que depois da etapa do Tahiti em 2009, onde será inaugurado o novo modelo, apenas os Top 10 de mantém posições privilegiadas na chave de baterias.
Apesar deste novo modelo não ser obrigatório, as provas patrocinadas pela Billabong vão adotar o esquema: Teahupoo, Jeffreys Bay, Mundaka e Pipeline Masters.
O Quiksilver Pro Gold Coast, prova que abre a temporada de 2009, decidiu manter o formato tradicional. E a Rip Curl ainda não decidiu se adota o novo formato nas provas de Bells Beach e o campeonato Search.
O brasileiro Renato Hickel, gerente do World Tour, explica que alguns “ajustes” podem ser adotados numa reunião programada para acontecer no final do ano no Hawaii. “É possível que haja redução de Top 10 para Top 8 para efeito de ‘seeding’. Ou que todos sejam remanejados depois da etapa do Tahiti. Mas temos que esperar a reunião no Hawaii para discutir estas propostas”, explica o dirigente.
Para o australiano Wayne Bartholomew, presidente da ASP, havia a necessidade de desenvolver um menu de formatos para atender as necessidades do Tour. “O formato atual exige quatro dias de ação. Isso não é muito perto dos 12 dias de janela de espera, mas para o evento acontecer com ondas de qualidade é necessária a ocorrência de dois swells. Por isso pensamos na redução do número de baterias das primeiras fases”, justifica.
O também aussie Mick Fanning, campeão de 2007, acha que esta mudança vai tornar o Tour mais “empolgante”. E o norte-americano CJ Hobgood, campeão de 2001, entende que a mudança se justifica para que o evento aconteça sempre com as melhores ondas.
Para saber mais, leia a notícia em inglês no site da ASP.
Fonte: Site Waves

A etapa de Tehupoo, no Tahiti, será um divisor de águas na história das competições. Foto: Aleko Stergiou.



