Ubisoft se une ao campeão do X-Games e cria Snowboarding
13 de novembro de 2008 por Redação
Arquivado em DS, Lançamentos, PC, PSP, Playstation 2, Playstation 3, Wii, Xbox 360
É curioso notar que os jogos de ski na neve, ou snowboarding, perderam a popularidade de alguns anos pra cá, enquanto os jogos de skate, por exemplo, caíram cada vez mais no gosto do público. A Ubisoft pretende mudar isso com “Shaun White Snowboarding”, que carrega o nome de um dos atletas da categoria mais premiados do momento. Para se ter uma idéia, o jovem já é praticamente o Tony Hawk do snowboard.
O jogo traz pistas em diferentes localidades: Japão, Europa, Alaska e Estados Unidos, recriando a montanhosa Park City, em Utah. A abordagem aqui é realista, com todas as dificuldades reais que um atleta enfrenta ao descer uma montanha de gelo sobre uma prancha. Portanto, não espere pelos elementos exagerados de jogos da linha “SSX”, da Electronic Arts, como turbos, itens para coletar e piruetas mirabolantes. Ainda assim, há longos saltos sobre abismos e muitas manobras radicais.
A tecnologia de “Assassin’s Creed” é empregada para recriar, com base em fotografias, todos os picos gelados do jogo. Equipamentos de fabricantes reais, como pranchas e acessórios para a modalidade podem ser comprados, alterando os atributos de cada atleta, dando um toque a mais de realismo. Aliás, a troca de pranchas será uma necessidade, visto que cada uma delas traz uma superfície ideal para apenas um tipo de terreno.
Para ganhar pontos e vencer as corridas, não basta apenas chegar em primeiro. As manobras radicais também possuem um alto grau de importância, e para isso há um complexo sistema de combos. A cada nova manobra realizada, um multiplicador de pontos é adicionado à sua pontuação, aumentado a soma exponencialmente. Contudo, se você errar alguma manobra e cair da prancha, todos os pontos da contagem são perdidos, o que pode ser bastante frustrante. Portanto, não apenas é preciso conhecer bem a descida, como saber os momentos em que você deve ou não iniciar uma série de manobras.
Ghostbusters: The Videogame traz grandes novidades
27 de outubro de 2008 por Redação
Arquivado em DS, PC, Playstation 2, Playstation 3, Wii, Xbox 360
“Ghostbusters: The Videogame” tem uma história de desenvolvimento quase tão complexa quanto a do projeto para um terceiro filme na série cinematográfica que o inspirou. Foram meses de atrasos, problemas financeiros com a produtora, fusões de empresas e a mudança de data de lançamento para coincidir com o aniversário de 25 anos do longa-metragem original, em 2009.
De qualquer forma, todo este período de indecisão contribuiu para o maior polimento do jogo, que não tem nada a ver com os antigos títulos lançados para as plataformas de 8 bits. O roteiro é totalmente original, escrito a quatro mãos pelos idealizadores da franquia, os comediantes Dan Aykroyd e Harold Hamis, que interpretaram, respectivamente, os heróis Ray Stantz e Egon Spengler nos filmes. Ambos, aliás, emprestam suas vozes aos personagens do jogo, assim como os outros dois atores originais, Bill Murray e Ernie Hudson, respectivamente, Peter Venkman e Winston Zeddemore.
O enredo segue os eventos de “Caça-Fantasmas II”, com a trama se desenrolando em 1991, dois anos depois do final daquele filme. O jogador encarna um personagem original - com a figura baseada no produtor do jogo, Ryan French - que se apresenta como um recruta na equipe dos caçadores de fantasmas. A secretária Janine, com voz da atriz original Annie Potz, assim como o fantasma Geléia e o Stay Puft, o gigante homem de marshmallow, também são presenças garantidas.
A mecânica é a de um tradicional jogo de ação em terceira pessoa, em que o jogador precisa utilizar todas as bugigangas conhecidas pelos fãs para explorar o cenário em busca das assombrações. Depois de encontradas, é necessário utilizar armas como o feixe de prótons e a célebre armadilha para fantasmas - isto é, naqueles que couberem ali, uma vez que os de maior tamanho precisam ser destruídos utilizando certa criatividade. Entre cenários conhecidos a explorar estão a biblioteca do filme original e as docas do porto de Nova York, como vistos no segundo longa.
Fabricante: Red Fly Studios
Lançamento: 2009
Distribuidora: Vivendi Universal
Suporte: Cartão de memória
Outras plataformas: DS PC PS3 WII X360
Star Wars: The Old Republic
“Star Wars”, a saga espacial de George Lucas, nunca se conteve apenas nos episódios lançados no cinema. Sua história também é contada em livros, desenhos animados e, é claro, nos videogames. Como produto interativo, busca explorar os mais diversos gêneros: da ação e exploração, até a corrida, passando por luta e tiro em primeira pessoa.
Mas foram nos RPGs que os acontecimentos do detalhado universo dos Jedis e criaturas fantásticas ganharam mais vida, principalmente com “Knights of the Old Republic”, game feito pela então independente BioWare para PC e Xbox em 2003. Agora, cinco anos depois e sendo parte do grupo da gigante Electronic Arts, a mesma BioWare se lança no desafio de adaptar “Star Wars” como um RPG online sem limite de jogadores (MMORPG, na sigla em inglês) e tentar desafiar o soberano “World of Warcraft”, o título de maior expressão comercial do gênero, com mais de 11 milhões de assinantes.
“Star Wars: The Old Republic”, como foi batizado o MMORPG da BioWare, em produção desde 2006, se passa 3.500 anos antes da ascensão de Darth Vader, quando o Império Sith saiu das profundezas do espaço para atacar a República defendida pelos Jedis. Mais precisamente, “The Old Republic” acontece nos anos anteriores ao confronto total entre os dois grupos. Em relação a “Knights of the Old Republic”, que trata da Guerra Civil Jedi, o MMORPG acontece trezentos anos depois e pode esclarecer alguns mistérios que ficaram no ar.
Em se tratando da BioWare, que tem uma folha de ótimos serviços prestados no que diz respeito a condução de enredo - é o caso do próprio “Knights of the Old Republic” e, mais recentemente, de “Mass Effect” -, “The Old Republic” tem como diferencial o roteiro, ponto que geralmente fica a desejar em se tratando de MMORPG, pois valoriza-se mais a experiência. É claro que a produtora diz que não descuidará dos três pilares principais do gênero - exploração, combate e progressão (incluindo aí o desenvolvimento do personagem) -, mas a intenção é a de criar missões fortemente ligadas ao enredo e sempre com uma dimensão épica. Segundo a produtora, o K’lor, que parece uma centopéia gigante, é um dos inimigos mais inofensivos do game. Apesar de “The Old Republic” ser um MMORPG, no qual milhares de jogadores compartilham um mesmo mundo persistente, é possível jogar grande parte do game sozinho, exceto nas missões em que a cooperação de um grupo seja imprescindível.
Por ora, ainda não foram divulgadas as raças e classes que o jogador pode escolher para seu personagem, mas, na hora de criar seu personagem, pode se alinhar ou ao Império ou à República. A índole do personagem, ou seja, se está caminhando pelo lado da luz ou pelo espectro sombrio da Força, depende das decisões tomadas pelo jogador. Os Jedis e Sith têm filosofias diferentes. Os primeiros acreditam na paz, na ordem e na serenidade, enquanto que, para os Sith, a força vem das emoções, e a força é condição para a liberdade.
Ademais, muitos pontos ainda permanecem obscuros: os mundos que serão representados no game, os tipos de veículos ou o modelo de negócios (assinatura mensal, cobrança por uso de itens e afins).
Fonte: UOL


