PlayStation 2 será lançado no Brasil em 2009
17 de novembro de 2008 por Redação
Arquivado em Playstation 2
Durante a BMO Capital Market 2008, conferência voltada a investidores do mercado de jogos eletrônicos nos Estados Unidos, o vice-presidente de vendas da Sony Computer Entertainment America (SCEA), Ian Jackson, fez uma palestra sobre o sucesso do PlayStation 2, reafirmando o interesse da companhia em investir na América Latina, incluindo o Brasil, onde o console será lançado oficialmente no segundo trimestre de 2009.
Em setembro, o Conselho de Administração da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), aprovou a fabricação do PlayStation 2 nas instalações da Sony no Pólo Industrial de Manaus. Atualmente, os consoles vendidos no Brasil são importados - legalmente ou não.
Depois de garantir que a Sony atingirá sua meta de vender 10 milhões de unidades do PlayStation 3 em seu ano fiscal, Jackson voltou a atenção ao console antecessor da empresa. “Estamos entrando no nono Natal do PlayStation 2. Isso nunca aconteceu com nenhuma fabricante de consoles na história dessa indústria”, frisou. Jackson afirmou ainda que a Sony atingirá a meta de vender 3,5 milhões de unidades do PlayStation 2 na América do Norte até o final de seu ano fiscal.
Contudo, é a América Latina que entra em cena quando o executivo fala do futuro do console. “De um ponto de vista demográfico, eu não acho que seja uma surpresa que esta é uma grande oportunidade. Vamos dedicar boa parte de nossos recursos para atender às demandas deste mercado”, afirmou Jackson.
“Obviamente, baseando-se na extensão [da América Latina], no número de países, e no tamanho da população, a longo prazo, existe a oportunidade de um mercado muito maior para a SCEA do que o mercado canadense foi”, afirmou o executivo.
O plano de entrada no mercado latino-americano da SCEA, segundo Jackson, é dividido em três fases: a primeira é levar o PlayStation 2 a países como Chile, Argentina, Colombia e Peru. A segunda etapa, que acontece já neste mês, visa países como Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá e Venezuela.
O Brasil está incluso na terceira e última fase, que inclui também Uruguai e Paraguai. “Identificamos que o mercado brasileiro é, provavelmente, a maior oportunidade para nós, e ele fará parte da terceira etapa das nossas instalações, que acontecerá entre março e maio de 2009″.
Parte dos jogadores provavelmente deve estar questionando a escolha pelo PS2, à medida que o PlayStation 3 já está disponível desde 2006. Ocorre que no Brasil ainda são vendidas anualmente dezenas de milhares de unidades de consoles antiqüíssimos, como Master System e Mega Drive, da Tectoy, por preços que chegam a quase R$ 400. Logo, o PlayStation 2, bem aceito pelos brasileiros, oferece uma oportunidade atraente.
Caso antigo
O interesse da Sony pelo Brasil, por sinal, não é novo: a Sony Computer Entertainment of America, divisão de games da companhia, esteve no Brasil em novembro do ano passado e anunciou um programa de apoio à produção de jogos local, abrangendo tanto as desenvolvedoras interessadas em criar jogos para a linha PlayStation quanto as instituições de ensino que oferecem cursos especializados. Nesta semana, voltou ao país para dar continuidade ao projeto.
Em 2009, no entanto, o PlayStation 2 vai enfrentar um concorrente nacional: o Zeebo, anunciado recentemente pela Tectoy. O console, que será fabricado em Manaus, é fruto de uma parceria com a Qualcomm e inova para enfrentar a pirataria: sem entrada para disco ou cartucho, os jogos serão baixados através de uma rede 3G, por preços entre R$ 9,90 e R$ 29,90. Já o aparelho deve sair por R$ 599.
Ubisoft se une ao campeão do X-Games e cria Snowboarding
13 de novembro de 2008 por Redação
Arquivado em DS, Lançamentos, PC, PSP, Playstation 2, Playstation 3, Wii, Xbox 360
É curioso notar que os jogos de ski na neve, ou snowboarding, perderam a popularidade de alguns anos pra cá, enquanto os jogos de skate, por exemplo, caíram cada vez mais no gosto do público. A Ubisoft pretende mudar isso com “Shaun White Snowboarding”, que carrega o nome de um dos atletas da categoria mais premiados do momento. Para se ter uma idéia, o jovem já é praticamente o Tony Hawk do snowboard.
O jogo traz pistas em diferentes localidades: Japão, Europa, Alaska e Estados Unidos, recriando a montanhosa Park City, em Utah. A abordagem aqui é realista, com todas as dificuldades reais que um atleta enfrenta ao descer uma montanha de gelo sobre uma prancha. Portanto, não espere pelos elementos exagerados de jogos da linha “SSX”, da Electronic Arts, como turbos, itens para coletar e piruetas mirabolantes. Ainda assim, há longos saltos sobre abismos e muitas manobras radicais.
A tecnologia de “Assassin’s Creed” é empregada para recriar, com base em fotografias, todos os picos gelados do jogo. Equipamentos de fabricantes reais, como pranchas e acessórios para a modalidade podem ser comprados, alterando os atributos de cada atleta, dando um toque a mais de realismo. Aliás, a troca de pranchas será uma necessidade, visto que cada uma delas traz uma superfície ideal para apenas um tipo de terreno.
Para ganhar pontos e vencer as corridas, não basta apenas chegar em primeiro. As manobras radicais também possuem um alto grau de importância, e para isso há um complexo sistema de combos. A cada nova manobra realizada, um multiplicador de pontos é adicionado à sua pontuação, aumentado a soma exponencialmente. Contudo, se você errar alguma manobra e cair da prancha, todos os pontos da contagem são perdidos, o que pode ser bastante frustrante. Portanto, não apenas é preciso conhecer bem a descida, como saber os momentos em que você deve ou não iniciar uma série de manobras.
Ghostbusters: The Videogame traz grandes novidades
27 de outubro de 2008 por Redação
Arquivado em DS, PC, Playstation 2, Playstation 3, Wii, Xbox 360
“Ghostbusters: The Videogame” tem uma história de desenvolvimento quase tão complexa quanto a do projeto para um terceiro filme na série cinematográfica que o inspirou. Foram meses de atrasos, problemas financeiros com a produtora, fusões de empresas e a mudança de data de lançamento para coincidir com o aniversário de 25 anos do longa-metragem original, em 2009.
De qualquer forma, todo este período de indecisão contribuiu para o maior polimento do jogo, que não tem nada a ver com os antigos títulos lançados para as plataformas de 8 bits. O roteiro é totalmente original, escrito a quatro mãos pelos idealizadores da franquia, os comediantes Dan Aykroyd e Harold Hamis, que interpretaram, respectivamente, os heróis Ray Stantz e Egon Spengler nos filmes. Ambos, aliás, emprestam suas vozes aos personagens do jogo, assim como os outros dois atores originais, Bill Murray e Ernie Hudson, respectivamente, Peter Venkman e Winston Zeddemore.
O enredo segue os eventos de “Caça-Fantasmas II”, com a trama se desenrolando em 1991, dois anos depois do final daquele filme. O jogador encarna um personagem original - com a figura baseada no produtor do jogo, Ryan French - que se apresenta como um recruta na equipe dos caçadores de fantasmas. A secretária Janine, com voz da atriz original Annie Potz, assim como o fantasma Geléia e o Stay Puft, o gigante homem de marshmallow, também são presenças garantidas.
A mecânica é a de um tradicional jogo de ação em terceira pessoa, em que o jogador precisa utilizar todas as bugigangas conhecidas pelos fãs para explorar o cenário em busca das assombrações. Depois de encontradas, é necessário utilizar armas como o feixe de prótons e a célebre armadilha para fantasmas - isto é, naqueles que couberem ali, uma vez que os de maior tamanho precisam ser destruídos utilizando certa criatividade. Entre cenários conhecidos a explorar estão a biblioteca do filme original e as docas do porto de Nova York, como vistos no segundo longa.
Fabricante: Red Fly Studios
Lançamento: 2009
Distribuidora: Vivendi Universal
Suporte: Cartão de memória
Outras plataformas: DS PC PS3 WII X360


